PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO PRECOCE E TRATAMENTO MARCAM O MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO DA ESCOLIOSE

De supervisao

A escoliose atinge 6 milhões de pessoas no Brasil, em sua maioria adolescentes do sexo feminino. O Fisioterapeuta explica a importância do diagnóstico precoce

A escoliose, uma condição que se caracteriza pela curvatura anormal da coluna vertebral, afeta pessoas em diferentes estágios da vida, sendo mais prevalente entre adolescentes. Com o objetivo de aumentar a conscientização sobre essa condição e promover a prevenção precoce, o mês de junho é celebrado como Junho Verde da Escoliose.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 4% da população mundial sofre de escoliose. No Brasil, aproximadamente 6 milhões de pessoas convivem com essa condição, com uma prevalência maior entre adolescentes do sexo feminino.

“Existem diversos tipos de escoliose, incluindo a idiopática, congênita, neuromuscular e degenerativa. A escoliose idiopática, que é mais comum em adolescentes, e a congênita geralmente não apresentam dor inicialmente, mas podem progredir para causar desconfortos significativos se não forem tratadas precocemente, especialmente em curvaturas superiores a 50 graus”, destaca o fisioterapeuta responsável pela unidade de Alphaville, Marcelo Biaggini.

Que ressalta também. “Por outro lado, a escoliose neuromuscular pode causar dor devido ao impacto das costelas no ilíaco da pessoa afetada, enquanto a degenerativa está frequentemente associada a dor devido ao pinçamento de nervos e instabilidade vertebral”.

A fisioterapia desempenha um papel importante na prevenção e tratamento da escoliose, onde oferece uma triagem precoce, orientações para atividades físicas e tratamento para dores associadas. “O cuidado atento durante a infância e adolescência pode fazer uma grande diferença no manejo da condição, com a detecção precoce aumentando as chances de sucesso no tratamento. Isso inclui o uso de órteses 3D e exercícios fisioterapêuticos específicos, apoiados por estudos que comprovam sua eficácia”, salienta Biaggini.

Embora em estágios avançados a cirurgia possa ser necessária, apenas uma pequena porcentagem de casos requer intervenção cirúrgica, com a maioria dos pacientes respondendo bem ao tratamento conservador.
Durante o Junho Verde da Escoliose, é fundamental destacar a importância da conscientização, prevenção e acesso a tratamentos eficazes para melhorar a qualidade de vida de todos os indivíduos afetados por essa condição. A informação e o cuidado adequado desde cedo são essenciais para enfrentar os desafios da escoliose com sucesso. Abaixo, o fisioterapeuta destaca alguns passos do tratamento da condição:
Fisioterapia Preventiva:

A triagem realizada por profissionais qualificados, identifica sinais precoces, permitindo a implementação imediata de medidas preventivas.

A fisioterapia preventiva para jovens inclui a prescrição de exercícios específicos para fortalecer os músculos do tronco, melhorar a postura e prevenir o agravamento da curvatura. Além disso, fornecem-se orientações sobre atividades físicas adequadas para promover a saúde da coluna e prevenir dores associadas à escoliose.

Tratamento de dores associadas à escoliose:

Na presença de dores, a fisioterapia desempenha papel fundamental no alívio dos sintomas. Terapia manual, exercícios terapêuticos e técnicas de relaxamento muscular são empregados para reduzir a dor, melhorar a mobilidade e promover a funcionalidade.

Em casos mais graves, a intervenção médica pode ser necessária, incluindo o uso de órteses, medicamentos anti-inflamatórios ou, em situações extremas, intervenção cirúrgica. No entanto, a prevenção e o tratamento precoces desempenham papel crucial na minimização das complicações associadas à escoliose.
Sobre o Instituto RV: Fundado em 2010 na Zona Leste de São Paulo, o Instituto RV revolucionou a abordagem de tratamentos fisioterapêuticos. Sua primeira unidade no bairro do Tatuapé introduziu o lema “onde tem movimento, tem tratamento”. Em 2014, uma segunda unidade foi inaugurada em Moema, Zona Sul de SP. A liderança dos fisioterapeutas Rodrigo Garcia e Caio Marengoni conduziu o sucesso, levando-os a expandir a marca pelo Brasil a partir de 2016. Atualmente, 30 fisioterapeutas atuam em 15 unidades, incluindo locais como São Paulo (Chácara Santo Antônio, Moema, Santana, Saúde/Ipiranga, Perdizes, Tatuapé, Alphaville, Araraquara, Barão Geraldo, Campinas, Santo André), além de unidades em Brasília, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Com um investimento médio de 80 a 100 mil reais, o objetivo é lançar 10 unidades até o final de 2024, abrangendo regiões como Nordeste, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Curitiba e Florianópolis. O foco no atendimento humanizado e eficaz tem impulsionado resultados notáveis, com um aumento de 41% no faturamento de 2022 em relação ao ano anterior, além de previsão de crescimento superior a 30% em 2023. O processo para se tornar um licenciado requer ser fisioterapeuta comprometido com a filosofia da empresa e especializado em tratamentos não cirúrgicos. Detalhes em: www.institutorv.com.br.

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Fonte| Fisioterapeuta responsável pela unidade de Alphaville, Marcelo Biaggini.

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