Procon exige maior transparência dos planos de saúde

De jaqueline

Informações recentes da Agência Nacional de Saúde (ANS) revelam que a partir de agora deverá existir mais transparência nos reajustes anuais aplicados pelas operadoras de plano de saúde. A decisão, publicada no dia dois de setembro, foi determinada pelo Procon-SP e visa que os planos de saúde justifiquem o aumento e a diminuição de seus preços.

Ao falarmos em transparência de reajustes, a Sami, operadora de saúde digital com foco em pequenas e médias empresas (PMEs) e microempreendedores individuais (MEI) de São Paulo, possui o reajuste 37% menor do que a média do mercado. Enquanto a Sami trabalha com a porcentagem de 6,2%, outros planos praticam o aumento médio de 9,91%. Essa diferença é possível graças à cultura de trabalho da startup, que atua com foco na atenção básica e integral de seus membros.

O Time de Saúde fica disponível 24 horas por dia, sete dias por semana com uma equipe de profissionais, composta por um(a) médico(a), um(a) enfermeiro(a) e até três técnicos (as) de enfermagem. Eles são responsáveis por fazer o acompanhamento integral do quadro clínico de cada membro. Quando necessário, o time coordena e orienta o tratamento com outros médicos e avalia a necessidade de realizar certos tipos de procedimentos. Assim, há diminuição na incidência de exames laboratoriais sem necessidade, por exemplo, e garante o preço do plano de Sami abaixo do mercado.

Além de acreditar em uma forma mais sustentável de oferecer planos de saúde, desde fevereiro deste ano, a Sami passou a aceitar contratos de microempresário individual. Dados da Receita Federal, revelaram que entre março e dezembro do ano passado, o número de novos CNPJs no país teve um salto de 1,3 milhão. Para os especialistas, a tendência deve continuar, com muitos trabalhadores informais se regularizando no regime de MEI. Pensando cada vez mais em expansão e transparência, a Sami abrange esse público que era desassistido até então, pois 60% dos planos de saúde vendidos no Brasil eram para empresas, com o padrão do mercado exigido de no mínimo duas pessoas.

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