Terapeuta dá dicas para controlar a ansiedade

De Rafael

Autoconhecimento é a chave para controlar medos e pensamentos que provocam ansiedade

Um estudo divulgado pela revista científica The Lancet revelou que a pandemia provocou um aumento de 26% nos casos de ansiedade em todo mundo. Antes de 2020 o Brasil já liderava o ranking de países mais ansiosos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Desde a crise provocada pela Covid-19, a situação se agravou e isso é observado nos consultórios dos terapeutas. “Uma queixa comum entre as pessoas que me procuram é a ansiedade. E o principal combustível deste mal é o medo: medo de fracassar, da rejeição, de não controlar o futuro. Esses medos são alimentados pela nossa mente, pelos nossos pensamentos”, afirma a terapeuta do Instituto Plasma, Erika Thiele.

Ao lado do excesso de informações, outra causa muito comum que pode desencadear uma crise de ansiedade é a mudança, seja ela externa ou interna. “É comum que ocorram crises quando estamos diante de mudanças, como trocar de emprego, de cidade, de casa ou mesmo mudar um hábito”, diz. A terapeuta conta que, como qualquer outra patologia, a ansiedade apresenta sinais e sintomas físicos que podem ser facilmente identificados, como taquicardia, dificuldade de respirar e de se manter parado. “Toda essa movimentação, muitas vezes inconsciente, é o primeiro sinal da ansiedade no corpo”, diz.

Além disso, a energia que absorvemos de outras pessoas, lugares ou objetos pode provocar sensações de desconforto e desencadear uma crise. “Principalmente quem possui a sensibilidade ampliada, mesmo que não esteja consciente dessa característica, pode apresentar sintomas de ansiedade devido a uma baixa frequência do ambiente ou por alguma questão energética perigosa que esteja afetando o seu campo vibracional”, afirma a radiestesista. “Uma frequência vibracional é capaz de interferir em outra e, no caso das pessoas, está diretamente ligada à sensação de conforto ou desconforto”, completa.

A boa notícia é que essas crises podem ser controladas pelo “autoconhecimento, pela terapia e dedicação ao entendimento do que está desencadeando essa emoção negativa”. O autoconhecimento é importante para identificar os gatilhos que nos provocam essas sensações e, com ajuda especializada e algumas mudanças nos hábitos, podemos minimizar o impacto dos pensamentos no nosso corpo.

 

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